, 14 de Dezembro de 2015

Culturgest inicia 2016 com bom jazz

Já é conhecida a programação de jazz da Culturgest para o primeiro trimestre de 2016. Inserido na série Jazz +351, o primeiro concerto será logo a 8 de Janeiro, com a apresentação pelo saxofonista Desidério Lázaro de uma versão do seu “Subtractive Colors” sem os dois cantores e com novos temas. Segue-se, a 17 do mesmo mês, a primeira actuação do ciclo Isto é Jazz?, com três estrelas da improvisação de Nova Iorque: Ches Smith (foto acima de Ziga Koritnik), Craig Taborn e Mat Maneri  O trio vai apresentar o álbum “The Bell”, que tem lançamento mundial marcado pela ECM apenas dois dias antes, 15 de Janeiro.

No dia 23, vez para a parceria da cantora luso-cabo-verdiana Carmen Souza com o contrabaixista Theo Pascal, também para apresentação de um disco, “Epístola”. É o mesmo contexto, o de uma nova edição que continuará as ideias expostas no anterior “Absence”, que levará Carlos Martins à Culturgest, na companhia de Mário Delgado, Carlos Barretto e Alexandre Frazão. A 1 de Março, no Jazz +351, tocará depois Slow is Possible, septeto da Beira Interior que teve disco homónimo no final deste ano e incluirá no alinhamento não só composições desse trabalho como peças escritas mais recentemente, entre as quais as realizadas para o projecto “Sense of Becoming”, dedicado a seis filmes da cineasta experimental Maya Deren.

Em Março ainda, mas a 15 e como segundo episódio do Isto é Jazz?, virá a Lisboa o Eric Revis Trio para traduzir no palco os temas do CD da Clean Feed que sucederá a “City of Asylum”. Com uma diferença no grupo que cria expectativas adicionais: no lugar da bateria estará John Betsch, veterano colaborador de Steve Lacy nos últimos anos de vida do gigante do saxofone soprano.