João Clemente (Slow is Possible), 23 de Novembro de 2015

Devagar é mesmo possível

texto Rui Eduardo Paes

Água mole em pedra dura… Muito trabalharam os músicos deste grupo da Beira Interior para que o seu disco de apresentação fosse a grande pedrada no charco que é no contexto do jazz e da música criativa que por cá se faz. E muito sabem o quanto têm de trabalhar mais daqui por diante, como adianta à jazz.pt o seu elemento aglutinador…

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Archie Shepp, 15 de Novembro de 2015

História contada

texto Gonçalo Falcão

Veio a Portugal para participar no Guimarães Jazz e foi como se nos tivéssemos banhado no próprio curso do tempo. Na evolução da «experiência afro-americana», subindo a corrente do jazz para desembocar nos blues e nos espirituais. Como o próprio saxofonista diz em conversa com a jazz.pt, era preciso que alguém contasse essa história. «Porque não eu?»

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Gileno Santana, 21 de Outubro de 2015

Caso de sucesso

texto Nuno Catarino fotografia Rui Bandeira

O trompetista da Orquestra Jazz de Matosinhos e de “Metamorphosis” tornou-se num caso raro de popularidade com Tuniko Goulart e está envolvido em diversos projectos, dentro e fora de Portugal. Nascido no Brasil, vive há nove anos entre nós e tornou-se num dos mais cativantes músicos que por cá temos…

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Paulus Schafer, 13 de Outubro de 2015

Alma cigana

texto Nuno Marinho (www.nunomarinhomusic.wordpress.com)

É o mais internacional guitarrista da comunidade Sinti da Holanda, mas nunca o ouvimos em Portugal. A sua estreia – e a nossa – vai ser no Seixal Jazz, já este fim-de-semana. Retrato de um músico cigano que segue as pisadas de Django Reinhardt pelo jazz…

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Ramon Prats, 23 de Setembro de 2015

Além do 2+2=4

texto Pedro Tavares e Mafalda Costa

O baterista de Barcelona que toca habitualmente com Agustí Fernández e Albert Cirera, e que já cruzou o seu caminho com o de Mats Gustafsson, fala-nos sobre a cena catalã, as suas referências e os seus projectos em curso. Vamos tê-lo entre nós em Novembro…

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Rodrigo Amado, 14 de Setembro de 2015

Confissões de um “fraseador”

texto Rui Eduardo Paes

Tem um novo álbum prestes a sair, “This is Our Language”, e em muito boa companhia – a de Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano. O saxofonista português que tem sido apontado pela crítica internacional como um dos mais importantes da actualidade está a viver aquela que será a mais importante fase da sua vida musical. Ora fiquem a saber como e porquê, pelas suas próprias palavras (foto acima de Luís Martins)…

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João Guimarães, 8 de Agosto de 2015

Maior que zero

texto Nuno Catarino fotografia Amílcar Rodrigues

O saxofonista e compositor do Porto está a tornar-se num dos mais interessantes músicos da cena nacional do jazz e da improvisação. Depois do sucesso de “Zero”, disco em que se afirmou como líder, e de “Zero Sum” dos Fail Better!, é altura de olhar o seu percurso e fazer o ponto da situação. Ei-lo, na sua própria voz…

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Mats Gustafsson, 21 de Julho de 2015

Mystery man

texto Rui Eduardo Paes

É um dos cabeças-de-cartaz do Jazz em Agosto deste ano. O saxofonista trará ao jardim da Gulbenkian dois dos seus projectos, a Fire! Orchestra e o grupo Swedish Azz. Pedimos-lhe que levantasse um pouco o véu do que vai acontecer em Lisboa, e ele não se fez rogado... Ainda que nesta entrevista utilize termos como “fricção”, “energia” e “mistério”, que só poderemos entender quando ouvirmos. Ao vivo, que é a melhor forma de ouvir...

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Ricardo Toscano, 30 de Junho de 2015

Sem vergonha do “groove”

texto Nuno Catarino fotografia Márcia Lessa

Com 21 anos apenas, o saxofonista alto que tem andado nas bocas do meio-mundo que gosta de jazz está este ano a ir aos festivais quase todos. O ter ganho estatuto de “alta cena” não é para ele, no entanto, razão para conforto. Inicia os concertos do seu quarteto com um tema de Coltrane que ele sabe, à partida, que não vai tocar como o mestre. É logo para «mandar o ego fora», afirma…

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Jelena Kuljic, 29 de Junho de 2015

A diversidade é bonita

texto jazz.pt

Vem ao Jazz im Goethe Garten com o seu grupo berlinense, KUU, no qual encontramos duas caras conhecidas, Frank Mobus e Christian Lillinger. Vai dar voz a um jazz com elementos do punk e da música de dança electrónica, com algo de Nina Simone, Nina Hagen e até algum Frank Zappa. Como ela própria diz, «a diversidade faz-nos evoluir»…

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Rodrigo Pinheiro, 17 de Junho de 2015

Retrato de um pianista

texto Rui Eduardo Paes

Está a fazer-se cada vez mais notado, tanto em termos de qualidade como na quantidade de projectos em que se envolve. E não só em Portugal: volta e meia, é chamado a tocar noutras paragens. A crítica internacional tem-lhe dirigido os mais rasgados elogios, mas o músico da Covilhã continua, discretamente, a seguir o seu caminho.

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Ivo Perelman, 2 de Maio de 2015

Obsessão Callas

texto Fabricio Vieira

O saxofonista brasileiro radicado em Nova Iorque tem dois novos discos de homenagem a sair pela Leo Records, um a Maria Callas com Matthew Shipp e o outro a saxofonistas como Albert Ayler, John Coltrane, Sonny Rollins e Hank Mobley com Whit Dickey. Fabricio Vieira, do site Free Form, Free Jazz e novo colaborador da jazz.pt, conversou com ele para saber mais…

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Craig Taborn, 20 de Março de 2015

Recordando “Avenging Angel”

texto Pedro Marinho da Silva

No percurso do pianista há o tempo de antes de “Avenging Angel” e o tempo que se seguiu àquele que é já encarado como um dos mais importantes álbuns a solo da história do jazz. É esse o grande marco da música que vem fazendo e é esse, também, o mote da conversa que a seguir se reproduz.

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Albert Cirera, 21 de Janeiro de 2015

Um catalão em Lisboa

texto Nuno Catarino

Está a fazer-se cada vez mais notado no jazz e na música improvisada que se toca em Portugal, seja com o Open Mind Ensemble, em trio com Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini, com Diogo Vida e integrando o grupo Malson. É um dos músicos mais em destaque na cena de Barcelona e começa agora a sê-lo também por cá.

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António “Panda” Gianfratti, 8 de Janeiro de 2015

Pai Panda

texto Rui Eduardo Paes

É o patrono da música improvisada do Brasil e em grande parte a ele se deve o incrível desenvolvimento que esta prática musical tem tido nos últimos anos no outro lado do Atlântico. Seja pelo seu exemplo, pela criação de projectos, pela partilha das suas pesquisas pessoais e pelo trabalho educativo que desenvolve, tornou-se num dos mais importantes improvisadores do momento. Aqui está a sua história, contada pelo próprio…

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Keith Rowe, 22 de Dezembro de 2014

Um pássaro voando sem parar

texto John Eyles (Oro Molido)

O antigo membro dos pioneiros AMM continua a querer representar a existência humana num acto performativo em que, em vez de música, o que faz é “pintar os sons”, mas considera que a sua desconstrução da guitarra já chegou ao limite. Uma figura do passado que continua muito à frente do presente, na primeira pessoa do singular.

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João Hasselberg, 17 de Novembro de 2014

A verdade é sempre pessoal

texto Rui Eduardo Paes fotografia Vera Marmelo

O contrabaixista e compositor de Lisboa tem novo disco a sair. “Truth Has to Be Given in Riddles” é como que um enigma que temos de descobrir por nós próprios e em nós próprios. Uma música pessoal para uma audição que só pode ser pessoalíssima, tal como ele pretende que seja…

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Agustí Fernández. , 3 de Novembro de 2014

O Durruti da improvisação

texto Pedro Tavares e Mafalda Costa

O pianista de Barcelona que reconhece na música improvisada os princípios do anarquismo espanhol defende que é preciso começar já a inventar aquela que será a «música antiga do século XXII». Isto porque, no seu entender, o jazz é a música antiga do século XX…

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Wade Matthews, 22 de Outubro de 2014

A música que acontece ali mesmo

texto Fernando Vigueras (Oro Molido)

Conversa com o músico americano radicado em Madrid sobre a livre-improvisação, passando por aspectos como o ensino, a tecnologia, as diferenças com a música escrita e, não menos importante, a liberdade de criar no momento. Tudo a propósito do livro “Improvisando – La Libre Creación Musical”.

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José Menezes, 11 de Agosto de 2014

Pontos nos “iis”

texto Pedro Tavares e Mafalda Costa

Foi um dos solistas da actuação do Lisbon Underground Music Ensemble no fecho do Jazz em Agosto deste ano e é não só um dos mais importantes saxofonistas da cena nacional como também um dos poucos “pensadores” do jazz que por cá se pratica. Nesta conversa com a jazz.pt coloca os dedos em algumas feridas e também esta revista não escapa à sua crítica…

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